“O Padre: Amor e Sexo no Celibato”

Redação, 18/10/2017

Hoje apresentamos à consideração de nossos leitores o livro “O Padre: Amor e Sexo no Celibato”, de autoria de nosso colega Paulo Jorge Lúcio, padre casado com Sônia, que mora em Alegre, no Espírito Santo.

O autor deixa claro que não prega contra o celibato enquanto dom de Deus, que Ele dá a alguns (não a todos), já que é um carisma. Este celibato é profícuo e fecundo e faz muito bem à Igreja e à sociedade.

A crítica do livro e o que está em discussão aqui é o celibato que não é dádiva de Deus e que, portanto, imposto indiscriminadamente, pode se transformar numa armadilha ou cilada do diabo porquanto se torna uma tentação permanente causadora dos mais graves e variados distúrbios psíquicos, e fonte dos mais variados escândalos.

 

O livro aborda a questão polêmica e problemática do celibato obrigatório dos padres católicos romanos, de maneira bem fundamentada

  • historicamente (mostrando como, quando e porque o celibato entrou na Igreja),
  • biblicamente (mostrando que o celibato não é instituição divina, mas uma disciplina humana),
  • teologicamente (mostrando a fé do autor na santidade da Igreja, segundo a Teologia Patrística)
  • e sociologicamente, como não poderia deixar de ser,

fazendo uma análise/denúncia das violentas implicações desta lei medieval na Igreja e dos violentos reflexos na sociedade, como são os escândalos de violência contra mulheres e crianças.

Também deixa clara a convicção do autor que a enorme falta de padres, por toda parte, tem como causa principal a obrigatoriedade do celibato.

O livro é dividido em duas partes:

  • Na primeira, em 14 capítulos escritos em forma de romance, baseados em acontecimentos reais que o autor viveu, viu ou ouviu de colegas de ministério, mostra as contradições da lei obrigatória do celibato, que pode até já ter sido útil para a Igreja em tempos passados, mas, nos tempos atuais, causa mais males do que bem à Igreja e à sociedade. Todos, de certa forma, de um modo ou de outro, uns mais outros menos, direta ou indiretamente, somos afetados ou recebemos de alguma maneira os impactos dessa lei medieval.
  • Na segunda parte, um longo epílogo mostra os terríveis e violentos males que a repressão da energia sexual motivada pela obrigatoriedade do celibato, por parte de muitos que não receberam de Deus este dom, impactam diariamente a Igreja e a sociedade, colocando em risco a credibilidade da Igreja.

A obra fala também sobre a questão dos distúrbios e desequilíbrios psicossomáticos naqueles padres que,

  • sem terem o dom do celibato,
  • vivem numa camisa de forças reprimindo o quanto podem sua energia sexual,
  • até o momento em que, como numa barragem que se rompe, ela explode de alguma maneira, fazendo vítimas no mais das vezes inocentes.

Para o autor, debaixo do celibato obrigatório podem se abrigar, ou se abrigam de fato,

  • sexualidades alternativas
  • e desvios de conduta de indivíduos heterossexuais e homossexuais.

Por fim, o autor, como homem de fé, que ama a Igreja e tem esperança de vê-la purificada de tantas mazelas que denigrem sua imagem perante o mundo, faz um apelo ao papa e aos bispos no sentido de que abram as portas da Igreja para a realidade do padre casado, com família, os “viri probati” das Cartas de São Paulo (1 Timóteo 3, e Tito 1).

A Igreja não consegue mais sustentar a injusta situação de que somente o padre celibatário tenha condições canônicas de

  • celebrar a Eucaristia
  • e exercer publicamente o ministério.

O autor deixa claro que não prega contra o celibato enquanto dom de Deus, que Ele dá a alguns (não a todos), já que é um carisma. Este celibato é profícuo e fecundo e faz muito bem à Igreja e à sociedade. A crítica do livro e o que está em discussão aqui é o celibato que

  • não é dádiva de Deus e que,
  • portanto, imposto indiscriminadamente,
  • pode se transformar numa armadilha ou cilada do diabo
  • porquanto se torna uma tentação permanente
  • causador dos mais graves e variados distúrbios psíquicos,
  • e fonte dos mais variados escândalos.

Há os que defendem a tese de que a Igreja não impõe nem obriga ninguém a fazer o voto de celibato: só o faz quem quer.

O argumento do autor de que o celibato é, sim, obrigatório, se baseia no seguinte fato:

  • Existe outra opção para quem quer ser padre a não ser jurar o celibato?
  • Não! Não existe outra opção!
  • Se o jovem que quer ser padre não jurar o celibato, o bispo não o ordena.
  • Logo, é óbvio, o celibato é obrigatório.

A Introdução é do escritor, historiador e padre casado Eduardo Hoornaert. 

 

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Como comprar o livro:

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  4. Valor: R$ 40,00. Em nome de: Paulo Jorge Lúcio 
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ou para o e-mail: pepaulolucio@yahoo.com.br

 

1 comment to “O Padre: Amor e Sexo no Celibato”

  • João Carlos

    Paulo Lúcio,
    Para que se efetue a transferência do valor do livro, de outro banco que não a CEF, é necessário o seu CPF.

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