Encontro em março 2015 do MFPC de Brasília

brasilia

 Foi muito concorrido e debatido o encontro mensal que o MFPC de Brasília realizou no domingo dia 8 de março na residência de Antônio Evangelista e Aíla. Sob a coordenação do dinâmico  casal, reuniram-se 29 pessoas. O exemplo de Brasília é convite a ser imitado em muitos outros Estados e cidades do Brasil. Mãos à obra!  Leiam abaixo os detalhes do encontro.    Giba 

Além da parte social e do estreitamento das amizades do grupo  brasiliense, foram aprofundados os seguintes pontos:

1) Detalhamento e avaliação do XX Encontro Nacional do MFPC realizado em Florianópolis, em janeiro passado. As pessoas que participaram do Encontro explanaram o que viram e sentiram, dando uma avaliação altamente positiva a respeito.

2) Comunicação sobre o XXI Encontro Nacional do MFPC, que se dará em Brasília, em janeiro de 2017. Decisão proposta e aprovada na Assembleia Ordinária havida no dia 17 de janeiro em Florianópolis.

3) Constituição do grupo organizador do XXI Encontro,  sob a coordenação de Antônio Evangelista. Já surgiram indicações de 3 a 4 locais sugestivos para sediar a realização do Encontro. Entre eles o Instituto Israel Pinheiro, maravilhoso ambiente, embora distante 27 km do aeroporto de Brasília.

Informações fornecidas por Antônio Evangelista

Elaboração realizada por Giba

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RESUMO  DO  ENCONTRO – enviado hoje por Antônio Evangelista

Com grande alegria e entusiasmo, nos reunimos no domingo passado, 08/03/2015, para a realização do nosso primeiro encontro mensal de 2015. Começamos o encontro, como de costume, com um bate papo descontraído e o almoço comunitário. Após a refeição fraterna inciamos nossa espiritualidade lendo o Evangelho proposto para a Missa do domingo. Após os comentários de praxe fizemos uma breve reflexão sobre o Encontro Nacional, realizado em Florianópolis, em janeiro deste ano, quando ouvimos bons elogios sobre a comissão organizadora e o desenvolvimento do evento. Participei ao grupo, o fato da inscrição da Associação Rumos na Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal e quais a providências que estamos tomando,  em nome da Diretoria Nacional, para atualizar e cancelar, uma vez que não há necessidade da inscrição estadual, visto que, a Associação não tem uma relação de prestação de serviços tributáveis.

Por último, constituímos uma comissão para iniciarmos os trabalhos do próximo Encontro Nacional, do Movimento das Famílias dos Padres Casados do Brasil, MFPC, em 2017.

Abraço carinhoso, Aíla e Antonio.

1 comment to Encontro em março 2015 do MFPC de Brasília

  • Padre Willian

    De fato, denota-se que o Papa FRANCISCO tem pensado no assunto, mas creio que não irá fazer nada, haja visto que não depende somente dele e sim dos demais bispos e mandatários da Santa Sé, e esses não tem nenhum interesse em ter padres casados ou readmitir os egressos padres casados ao pleno exercício do ministério ordenado. Os referidos bispos do Brasil, citados, não vão fazer nada, pois se assim quisessem fazer, já teria iniciado uma visita às igrejas nacionais ou pequenas iniciativas de padres casados que não deixaram de celebrar a Missa e construíram igrejas, centros comunitários, etc. e nunca deixaram de exercer o ministério. Historicamente, desde de 1910 houve iniciativas no Brasil, para que a Igreja particular (diocese) tivesse padres casados, conforme propôs Cônego Amorim, mas ele não era bispo, então, a proposta morreu com ele, sendo revitalizado em 1928 com a fundação da congregação dos Padres Missionários Andrelinos (Ordem de Santo André), porém, somente em 1945 o bispo de Botucatu (Dom Carlos Duarte Costa), aboliu o celibato e começou a celebrar a missa em língua vernácula. Depois, em 2005 levanta-se na África, o arcebispo dom Emmanuel MILINGO, que bem mais centrado e sem ficar no discurso, casou-se e começou a percorrer o mundo organizando os padres casados. Caríssimo irmãos Padres e irmãs, tenho 48 anos de idade, fui ordenado aos 27 anos de idade. Durante 15 anos fui vigário e pároco em São Paulo e estou a 03 anos casado, em processo de acolhida na Venerável Ordem Católica de Santo André, fundada por Dom Salomão Ferraz, que foi bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. Dom Salomão Feraz foi o primeiro padre e bispo católico, apostólico romano, casado, aceito pelo Papa João XXIII (Cf. detalhes em REB 1960). Dom Salomão participou ativamente do concílio Vaticano II e suas teses e intervenções no concílio foram sobre a Missa em língua Vernácula e o celibato facultativo. Ele fundou a Ordem de Santo André (Padres Missionário Andrelinos) em 1928. A referida congregação sempre teve padres solteiros e casados. Nesses tempos atuais, mantem em São Paulo 06 paróquias, as quais sempre com grande participação de fiéis e todos sabem que o padre é casado, aliás, para eles o estranho é quando recebem a visita de algum padre solteiro.
    Conforme um comentário feito, em outro tema, por um padre de rito ortodoxo, no Brasil houve grandes bispos que defenderam o celibato facultativo e não ficaram somente no discurso, ao contrário, fizeram acontecer, isto é, iniciaram um movimento de padres casados (Cônego Amorim, Dom Carlos Duarte e Dom Salomão Ferraz) e atualmente temos a figura carismática de Dom Emmanuel MILINGO (bispo legitimamente ordenado pelo papa Paulo VI), foi arcebispo da diocese de Lusaka (África), era amigo do Papa João Paulo II, no entanto, casou-se e percorre o mundo animando e organizando os padres casados que desejam, verdadeiramente, continuar no exercício do ministério ordenado.
    Creio, piamente, que este é o momento oportuno para os padres casados e suas digníssimas esposas (sacerdotisas) se levantarem e formarem fileiras, criando um clero paralelo ao clero “celibatário”.
    É HORA DE SAIRMOS DO OSTRACISMO E FAZERMOS ALGO DE CONCRENTO. FICAR NESSE DISCURSO NOSTALGICO, FAZENDO ESSES ENCONTROS QUE NÃO LEVAM A NADA, HA NÃO SEREM REALIZAR UMA CONFRATERNIZAÇÃO E FICAR MASTIGANDO LATA, POIS O DISCURSSO NÃO SAI DO PAPEL. Aliás, por que cada padre casado não constrói uma paroquia ou capela e ali comece a exercer o ministério para o qual foi chamado por Deus e ordenado pela Igreja na sucessão dos apóstolos? será medo de construir o próprio templo e formar a Igreja povo de Deus? Ou vão ficar esperando um decreto do Papa? Não estamos falando ou propondo formar uma nova Igreja ou criar uma nomenclatura de instituição, ao contrário, devemos continuar a sermos igreja de Jesus, como nos primeiros tempos da Igreja primitiva, ligado ao sucessor de Pedro e na mesma apostolicidade, porém, colocando em prática o nosso discurso libertador junto às comunidades eclesiais na base da igreja. O Papa Francisco já deu a dica, ao dizer que devemos buscar alternativas. Então, não fiquemos esperando esses bispos pensarem ou apresentarem um projeto ao Papa, pois eles não querem padres casados e alguns têm medo dos padres casados. Vamos nós apresentarmos ao papa um projeto onde os padres casados podem voltar ao exercício presbiteral, cuidar da família e serem verdadeiros pastores paroquiais (Cura, Pároco), pois os padres solteiros (celibatários) nem sempre estão inseridos integralmente nas paroquias, prova disso é que nunca se encontra o padre na paroquia. São as secretárias que administram as paroquias. Os padres ficam nas suas luxuosas casas paroquiais, com algumas exceções, claro, mas 98% só aparecem na Igreja 20 minutos antes da Missa e quando atendem o povo é em horário marcado ou determinado por eles. Mas, sempre estão nos shopping, saunas, shows, cinemas, carro do ano, acompanhados dos “sobrinhos ou afilhados” ,, na paroquia estão sempre cansados, com cara de desanimo. Se forem conversar com um “evangélico” sobre Bíblia ,, coitados, passam vergonha.
    Desculpem-me pela intromissão, sinceridade e expressão do meu pensar.
    Dominus vobiscum.
    Com a benção de Deus sobre nós todos, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!
    Pe. Willian
    Padre casado

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