Andrea Grillo – 22 Fevereiro 2021- Foto: Daqui
 “A esperança é que, para orientar um processo tão delicado de recepção da reforma litúrgica, seja posta em prática a melhor competência litúrgica possível, sem pensar que o bom senso de um homem institucional ou a sabedoria de um homem espiritual sejam suficiente para coordenar tal trabalho: as lógicas da liturgia não se deixam compreender apenas por sua forma externa ou por seu conteúdo de verdade. Portanto, uma competência específica, técnica, textual e ritual é inevitável”, escreve Andrea Grillo, teólogo italiano e professor do Pontifício Ateneu Santo Anselmo, em Roma, em artigo publicado por Come Se Non, 21-02-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

Segundo ele, isso parece “totalmente razoável, de uma vez por todas, seria uma maneira significativamente nova de honrar o Concílio Vaticano II e sua recepção esclarecida”.